As obras da Ecovia de Guimarães devem arrancar já no próximo ano. O anúncio foi feito pelo presidente da autarquia durante apresentação do estudo preliminar da Ecovia de Guimarães, que decorreu na semana passada no Laboratório da Paisagem, em Creixomil.
As obras da Ecovia de Guimarães arrancam em 2016, com a ligação da pista de cicloturismo de Mesão Frio à veiga de Creixomil e, numa segunda fase, prolongar a ecovia às vilas de Pevidém, Taipas e Ronfe, a terminar em 2020.

No website da guimarães digital podemos ler: O estudo, que reflecte o pensamento da Câmara Municipal de Guimarães, é um esboço inicial de um documento aberto ao diálogo permanente com parceiros, cujo projecto pretende chegar a todas as partes do concelho.

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Na apresentação, o vereador do ambiente da Câmara, Amadeu Portilha, referiu que alguns dos objectivos primordiais, passam pela «melhoria da mobilidade urbana, reduzir o nível de tráfego automóvel e incrementar a coesão territorial».

Outro dos objectivos da criação da Ecovia de Guimarães passa por «generalizar e até banalizar o uso da bicicleta no quotidiano dos vimaranenses». Para isso será criado um plano de acção do uso da bicicleta, que pretende «sensibilizar, educar e formar».

Para o Presidente da Câmara de Guimarães, a Ecovia terá de terá de ter uma função «pedagógica e percursora do que defende para o futuro de Guimarães», revelando que será feita com recurso a fundos comunitários. Domingos Bragança defendeu que as obras da primeira fase devem arrancar no próximo ano para estarem prontas em 2017.

A primeira fase da Ecovia de Guimarães, o «embrião» como foi apelidada, ligará a Pista de Cicloturismo de Mesão Frio à Veiga de Creixomil, com passagens pela Cidade, ligando o Centro Histórico à Universidade do Minho, ou a Estação da CP.